A Belluah Produções e Textos é a empresa do jornalista, diretor de filmes, pesquisador e crítico de cinema Gabriel Carneiro. Ela é dividida em dois braços:

– Belluah Produções, voltada para a produção de filmes, vídeos, mostras, etc.

– Belluah Textos, voltada para a podução jornalística e de textos diversos.

A empresa vem prestando serviços para o SESC, para o Instituto Itaú Cultural, para a Heco Produções, para o Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), para a Revista de Cinema, para a HL Produções, entre outros.

O primeiro filme da produtora é o curta-metragem independente Morte e Morte de Johnny Zombie, dirigido por Gabriel Carneiro. A Belluah também é produtora associada do segundo e terceiro curta de Gabriel Carneiro, Batchan e Aquela Rua Tão Triumpho.

Contato: belluah@gmail.com

Sobre Gabriel Carneiro

foto do diretor 2 200dpiGabriel Carneiro é jornalista, formado pela Faculdade Cásper Líbero, diretor de filmes, crítico e pesquisador de cinema, mestre em Multimeios, pela Unicamp. Sócio fundador da ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema, atualmente, escreve para a Revista de CINEMA e para o site Cinequanon, entre outros. Escreve também para a Enciclopédia de Cinema Brasileiro do Itaú Cultural e foi um dos entrevistadores do projeto Memória do Cinema, do MIS-SP. Entre outros veículos para qual escreveu, estão os sites Revista Zingu!, do qual foi editor-chefe, Cinema com Rapadura, da revista Paisà e da revista canadense Rue Morgue, os jornais Folha Dirigida e Letras, e as revistas Teorema e Imagofagia. É autor do livro Quem apertou o botão de pânico? – A ficção científica norte-americana e a Guerra Fria entre 1950 e 1964 (no prelo, editora Estronho), de capítulos em livros como Os Filmes que Sonhamos (org. Frederico Machado, Lume), Vanessa Alves: Coletânea de Imagens e Palavras (org. Rafael Spaca, Laços), Gêneros cinematográficos e audiovisuais: perspectivas contemporâneas (org. Alfredo Suppia, Margem da Palavra), 100 Melhores Filmes Brasileiros (org. Paulo Henrique Silva, Letramento), e colaborou com textos para os catálogos The Mouth of Garbage, do Festival de Rotterdam, Cinema Marginal e Suas FronteirasHitchcock é o cinema e Retrospectiva Carlos Hugo Christensen. Ministrou cursos livres, como Yasujro Ozu: Poeta do Cotidiano, Ficção científica como retrato de época, A tecnologia no cinema de ficção científica, Boca do Lixo – Um Panorama Histórico, Noites paulistanas: o cinema paulista da geração 1980, entre outros. Também tem passagem como produtor cultural e como editor de conteúdo no Instituto Itaú Cultural, além de ter realizado uma série de depoimentos em vídeo de personalidades culturais brasileiras para o site da instituição. Fez assistência de pesquisa para o longa-metragem documental Ozualdo Candeias e o Cinema (2013), de Eugênio Puppo. Como diretor e roteirista, realizou Morte e Morte de Johnny Zombie (2011), Batchan (2013) e Aquela Rua Tão Triumpho (2016).

*Foto: Thailiny Cruz

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