Anúncio do curso ministrado no Cinesesc em agosto de 2018.

Carga horária: 12 horas

Proposta: Em 1917, O Kaiser chegou às telas do Rio de Janeiro. É a primeira animação brasileira de que se tem registro. Cem anos depois, bastante coisa mudou. Foram muitos esforços isolados e batalhas por espaço. Atualmente, por conta de políticas públicas específicas, a animação brasileira vive seu boom, tendo, inclusive, um longa indicado ao Oscar, O menino e o mundo (2013). São pouco longas nesses 100 anos, na casa dos 60 filmes, mas existe uma infinidade de curtas-metragens que serviram de base e experimentação para a evolução da linguagem no país, nos mais diversos gêneros e técnicas. De filmes experimentais a produções educativas, filmes eróticos, cômicos, infantis. A proposta do curso é fazer um panorama histórico pelo cinema de animação no Brasil, apontando as escolas, as influências, as políticas e as estéticas.

Assuntos abordados:

– Origens da animação brasileira
– Animação experimental
– A produção dos anos 1970
– A produção dos anos 1980: Chico Liberato, Marcos Magalhães, CTAv e os esforços paulistas
– A produção infanto-juvenil
– O cinema educativo
– A diversidade contemporânea
– O documentário animado

Folheto de divulgação para edição do curso ministrado em março de 2022 no Cinesesc

Carga horária: 15 a 20 horas.

Proposta: Nos últimos anos, o cinema japonês tem aparecido com bastante força nos principais festivais e premiações do mundo, vide o êxito de filmes como Assunto de família (2018), de Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e Drive my car (2021), de Ryûsuke Hamaguchi, indicado ao Oscar de melhor filme, o que tem possibilitado, inclusive, uma maior difusão no Brasil das obras mais recentes de importantes cineastas nipônicos. Ao longo de cinco aulas, o curso busca traçar um breve panorama da produção japonesa contemporânea e apontar tendências a partir dos principais diretores em exercício na última década: Hirokazu Kore-eda, Naomi Kawase, Kiyoshi Kurosawa, Ryûsuke Hamaguchi, Takashi Miike e Takeshi Kitano, além do trabalho realizado em animação, muito forte no país e bastante influente no setor.

Assuntos abordados:

– Como entender o cinema contemporâneo japonês?
– Anos 1990: momento paradigmático no Japão e em seu cinema
– Diretores experientes ainda em atividade (Kaneto Shindo, Kazuo Hara, Masayuki Suo, Yoji Yamada, Mamoru Oshii, Yojiro Takita, Koji Wakamastu, Nobuhiko Ôbayashi etc.)
– O cinema de Takeshi Kitano
– O cinema de Takashi Miike
– O cinema de Kiyoshi Kurosawa
– O cinema de Hirokazu Kore-eda
– O cinema de Naomi Kawase
– O cinema de Ryûsuke Hamaguchi
– O cinema da Ghibli: Hayao Miyazaki e Isao Takahata
– O cinema de animação dos anos 2010: Hiromasa Yonebayashi, Goro Miyazaki, Makoto Shinaki, Mamoru Hosoda, Masaaki Yuasa, Sunao Katabuchi, Keiichi Hara

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