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Boca do Lixo, um panorama histórico, Cinesesc

Curso Boca do Lixo, um panorama histórico, Cinesesc, dez/2016

Carga horária: 12 horas

Proposta: Apresentar o cinema realizado na Boca do Lixo paulistana, através de um panorama histórico, abordando os cineastas e seus filmes, os modelos de produção e os contextos histórico e mercadológico, entre outros. Geograficamente, a Boca do Lixo está situada no centro de São Paulo, vizinha à estação da Luz. Nos anos 1950, recebeu esse nome por ser pauta das crônicas policiais da cidade. A proximidade com as estações ferroviárias atraiu o cinema. Era muito mais barato manter uma distribuidora e/ou produtora em um local com fácil acesso a tais estações, para o transporte das cópias dos filmes. A partir dos anos 1960, a Boca se tornou o principal polo produtor cinematográfico do país, congregando produtores, técnicos, diretores, atores e intelectuais nas cercanias da Rua do Triumpho. Berço do chamado Cinema Marginal e responsável por uma grande variedade de filmes de gênero, quase sempre com apelo erótico, a Boca do Lixo frutificou em questão de público e bilheteria, mas naufragou quanto às avaliações críticas. A Boca continuou produzindo filmes populares, de baixo orçamento e sem verbas estatais até o final dos anos 1980, quando já estava dominada pelo cinema de sexo explícito.

Assuntos abordados:

– A Boca do Crime
– Formação da Boca do cinema
– O pioneirismo da Cinedistri
– Cinema Marginal
– Formação profissional da Boca
– Modelo de produção dos filmes populares
– Cinema erótico
– O termo pornochanchada
– Os gêneros cinematográficos
– Censura na Boca do Lixo
– A Boca do sexo explícito

Anúncio do curso ministrado no Cinesesc em agosto de 2018.

Carga horária: 12 horas

Proposta: Em 1917, O Kaiser chegou às telas do Rio de Janeiro. É a primeira animação brasileira de que se tem registro. Cem anos depois, bastante coisa mudou. Foram muitos esforços isolados e batalhas por espaço. Atualmente, por conta de políticas públicas específicas, a animação brasileira vive seu boom, tendo, inclusive, um longa indicado ao Oscar, O menino e o mundo (2013). São pouco longas nesses 100 anos, na casa dos 60 filmes, mas existe uma infinidade de curtas-metragens que serviram de base e experimentação para a evolução da linguagem no país, nos mais diversos gêneros e técnicas. De filmes experimentais a produções educativas, filmes eróticos, cômicos, infantis. A proposta do curso é fazer um panorama histórico pelo cinema de animação no Brasil, apontando as escolas, as influências, as políticas e as estéticas.

Assuntos abordados:

– Origens da animação brasileira
– Animação experimental
– A produção dos anos 1970
– A produção dos anos 1980: Chico Liberato, Marcos Magalhães, CTAv e os esforços paulistas
– A produção infanto-juvenil
– O cinema educativo
– A diversidade contemporânea
– O documentário animado

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